Há muito tempo, desde os primórdios, o ser humano sempre precisou relacionar-se com os outros seres humanos, tem pessoas que se relaciona com animais, bem isso é uma outra história. Essa necessidade de estar em contato com outras pessoas é inerente ao ser humano, afinal o ser humano é um animal social e sociável, alguns não, mas a grande maioria dos seres humanos assim o são. Podemos observar que a humanidade sempre buscou estar agrupada, isso vai desde a célula mater, que é a família, até o ajuntamento de pessoas em grandes cidade, metrópoles, megalópoles, o homem não é um ser solitário, mas o engraçado é que nascemos só, vivemos em sociedade e morremos só, e mesmo assim nós precisamos estarmos sempre em contato com outras pessoas.Essa busca de contato, ela pode ser de diversas formas, vai desde, voltado a célula mater, irmãos, pais, parentes, saindo da celula mater, coleguismo, amizade, uma paixão e também, o principal, um grande amor. Nós somos seres racionais, e isso que diferencia nós humanos de outros animais, temos o fator da lógica, da inteligência ao nosso favor, mas também essa inteligência e essa lógica são facas de dois gumes, eu não quero invadir a área do grande Sigmund Freud, vamos deixar essa parte para o pai da psicanálise e seus adeptos.
Os grandes escritores, poetas e romancistas de todos os tempos viviam escrevendo sobre as aventuras e desventuras dos amores possíveis e impossíveis. Sem fazer resumo de alguns dos meus livros favoritos, vou citar apenas dois livros para efeito de análise, eu particularmente gosto muito da história de Romeu e Julieta de William Shakespeare, uma história que teve um triste fim, enfim, também gosto de um outro livro, Imagem No Espelho da escritora Norte Americana (U.S.A) Danielle Steel, fiquei fascinado com a história das duas irmãs gêmeas univitelinas Victoria e Olivia Henderson, quem quiser ler a sinopse do livro clique aqui.

Eu as vezes penso que o amor não devia doer, mas toda perda é dolorida assim como a perda de um grande amor, mas estou convicto e crente que o amor verdadeiro mesmo machucando ele nunca acaba, ele é substituido por outro, o amor que era para uma pessoa passa para outra e assim vai sucessivamente, mas a essência do amor fica, nunca morrerá. Por isso esse tema de amor, qualquer que seja, é um assunto vasto e nunca esgotado, exemplos temos em várias áreas, principalmente em salas de bate papo.
As salas de bate papo são locais férteis que ajudam e facilitam o nascimento de um amor, de uma amizade, que na vida real seria impossível ou quase isso. Eu frequento as salas de bate papo tem um certo tempo, algo em torno de 5 para 6 anos e tive nesse período algumas ausências, e sei de cada história, muitas eu vi e outras foram-me relatadas por amigos(as) e umas dessas histórias eu vou relatar aqui, e que essa história sirva de alerta e nunca para intimidar as pessoas de boas índoles que gostam de entrar em salas de bate papo para ouvir boa música e quisá, algo a mais, como encontrar um amizade ou quem sabe um grande amor, tudo é possível.
Essas histórias tem os nicks, (apelido que se usa em salas de bate papo), todos fictícios para preservar a integridade das pessoas envolvidas, bem como o nome das salas e o números delas, dentre essas histórias uma delas terá a minha participação, com nick fictício é claro, eu fui pivô de uma dessas histórias que vou escrever em pequenas partes, conforme o tempo que eu tiver disponível eu assim o farei.Eu entrava e entro até hoje em salas de bate papo, e confesso que tem pessoas nessas salas que são dígnas de internação, pessoas loucas, mentirosas, de má-fé, inescrupulosas, mesquinhas, maquiavélicas e acima de tudo, que gostam de brincar com os sentimentos dos outros, via e vejo principalmente os homens brincando com os sentimentos das mulheres, claro que tem mulheres que são tão ou mais vís que os homens, e acredite meu amigo, quando uma mulher quer ser víl ela tira nota máxima, ainda bem, para o nosso consolo, que essas mulheres são a grande minoria, bem minoria.
Como passatempo eu procuro essas salas, não para achar um amor ou coisa parecida, mas porque nessas salas as pessoas são mais abertas, mais, digamos, "amigas", isso mesmo eu escrevi entre aspas. Uma dessas história aconteceu numa das inúmeras salas do BOL - Brasil On Line, que pertecem ao grupo UOL - Universo On Line ou Universe On Line. Essa pessoa era e é muito conhecida nessas salas. Vou fazer um aparte - me parece que ela hoje em dia abre uma sala nas salas dos assinantes.
Então, voltando ao assunto, quando esse fato ocorreu eu namorava a Maria Eduarda - nome fictício, meu primeiro amor da internet, ela era e é uma moça muito linda e tinha 26 anos na época, hoje ela tem 32 anos completado no dia 31/07, divorciada e tinha uma filha, que veio a falecer recentemente com 12 anos de idade, tem quase 2 anos que a filha dela faleceu. O meu namoro com ela durou algo em torno de 18 meses, 1 ano e meio, em outra oportunidade eu escrevo como tudo aconteceu entre eu e a Maria Eduarda.Essa minha amiga, que eu vou contar a história dela, tinha um namorado já de um certo tempo de relacionamento quando eu a conheci, namoro esse cheios de altos e baixos, mais baixos do que alto diria eu. Mas o que se via nesse casal era que havia muito amor, dava pra sentir o amor de ambos, quantas vezes eu consolei ela porque, advinha? Brigava quase sempre. Eles tinham brigas homéricas que dava a nítida impressão que a cada briga seria a última, mas passava-se uns tempos e lá estavam os dois unidos, juntinho, como se nada tivesse acontecido, esse namoro era muito comentado nas salas do BOL.
Continua...
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